quinta-feira, 2 de julho de 2009

Virou exagero


Primeiro foram as salas de bate-papo on line, depois o msn, ninguém mais podia viver sem, em seguida veio o Orkut, que revolucionou os encontros chatos de amigos da escola e cada hora inventam uma coisa nova e o povo todo vai atrás. Agora é um tal de Facebook e Twitter.
Acho esse Twitter um saco, quem está interessado em tudo que o outro faz? Nem em DR (discussão de relacionamento) a intimidade fica tão esmiuçada assim.
Gente, vocês têm noção do tanto que estamos expostos nessa rede?
Eu mal tenho tempo para viver a minha vida e ainda tenho que colocá-la passo a passo nesse site? Posso até parecer uma velhinha ultrapassada, mas esse Twitter não me pega não.

8 comentários:

  1. Tb não curti, na verdade nem entendi, e nem to fazendo questão....não tenho tempo nem pra cuidar da minha casa e filhos, e dar uma espiada no orkut, e uma ¨escrivinhadinha¨ no blog, q eu tanto gosto! Mais uma coisa não dá não!

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  2. O "blog" tem twitter mas eu mal atualizo. Não tenho o que escrever e também não vou ficar fazendo propaganda né ... olha, postei isso, bóra comentar ... é muito feio. E se eu tivesse um meu eu só escreveria: fazendo limpeza, olhando a Clarinha, cozinhando, passando roupa ... que tédio!

    Beijos!

    Sah

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  3. Eu concordo contigo em gênero, número e grau, Flávia. Esse Twitter é mais uma porcaria digital inventada pra atrapalhar a vida da gente. Eu não fui pega por essa nova 'mania', mas tem milhares de pessoas que não passam um minuto sequer sem postar alguma bobagem nesse tal 'microblog'. Que me desculpem os que gostam dele, mas pra mim, é dependência demais! Tô fora! Beijão!

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  4. Olá amiga. Vou lhe relatar o meu caso:
    Não queria entrar no Twitter porque nem bem dou conta das coisas que tenho. gmail, email profissional, blog, orkut, msn, etc. MSN mesmo eu abandonei faz um tempão, até esqueço que existe. O blog, muitas vezes, fica durante a semana sem nada.
    Mas aí veio um amigo que disse que estava com vários twitters de agencias de emprego, um entrevistado que tinha coisas interessantes sobre no twitter e até o meu professor (o que eu mais gosto) de jornalismo cultural.
    Pensei, pensei e pensei. E fiz o cadastro.
    Com medo de viciar, comecei a acompanhar com calma. Via que, de fato, tinha gente mandando coisas a cada minuto. Estas pessoas fiz questão, inclusive, de cancelar dos meus contatos. Mas gostei, por exemplo, das atualizações da Ilustrada. Mais rápidos que os próprios Feeds (que eu não administro muito bem).
    Tem alguns contatos sérios no Twitter: Revista Bravo, Roda Viva, TV Cultura, o Estadão, etc.
    Aos poucos, percebi que poderia integrar a plataforma ao meu blog com um objetivo: a funcionalidade. Porque quando estou sem tempo mesmo, sinto ao menos a necessidade de informar aos meus leitores que em breve irei comentar determinada coisa.
    Enfim, é uma nova ferramenta. Não podemos fechar os olhos, tapa-los ao máximo. Podemos não aderi-la, mas não dá para ignora-la e reconhecer que tem a sua importância também.
    Agora ser fanático a ponto de ficar profunciando verbos em nome de twitter, ou como disse outro dia uma menina "twitawollic", aí merece camisa de força mesmo! Para nunca mais ter acesso a um teclado.

    Pronto, esta mensagem de 140 caracteres ficou pronta... risos. Está aí um motivo de eu não me dar bem com o Twitter: não gosto de escrever pouco!

    Bjos!!!! Tu twittas????

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  5. Flá Flá...
    Concordo em gênero, número e grau, não tenho tempo de responder todos o e-mail que recebo, as vezes não dá tempo de respirar. No mundo cibernético a cada dia aparece mais e mais coisas. Sites a parte, sejamos mais realistas e menos virtuais.
    bjs

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  6. Oi Flá
    Dia de fúria digital??? Reclama no Twitter! rs
    ...brincadeira!!!
    Prá tudo vale a máxima: Use com moderação!! rs
    bjks.

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  7. Flávia, olha que louca esta matéria. Cita justamente a discussão que este seu post gerou.
    É revista Veja, mas está muito bem elaborado.
    http://veja.abril.com.br/080709/nos-lacos-fracos-internet-p-94.shtml

    "Sites como Orkut, Facebook e Twitter, por sua instantaneidade, criaram esse novo tipo de ansiedade: a de ficar sempre plugado para evitar a impressão de que se está perdendo algo."

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